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Santa Helena acompanha crescimento histórico da piscicultura no Paraná

Estado bate recorde com 273 mil toneladas de pescados em 2025 e mantém liderança nacional

Santa Helena acompanha crescimento histórico da piscicultura no Paraná
Jonathan Campos / AEN
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O município de Santa Helena está inserido em um cenário de forte expansão da piscicultura paranaense. Em 2025, o Paraná alcançou a marca recorde de 273 mil toneladas de pescados produzidos, resultado que representa um crescimento de 9,1% em relação ao ano anterior. Com esse desempenho, o Estado mantém a liderança nacional, respondendo por 27% de toda a produção brasileira, conforme dados do Anuário Brasileiro da Piscicultura 2026, lançado nesta semana.

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No ranking nacional da produção de peixes de cultivo, São Paulo ocupa a segunda posição, com 93.700 toneladas, seguido por Minas Gerais (77.500 t), Santa Catarina (63.400 t) e Maranhão (59.600 t), que avançou uma posição e fecha a lista dos cinco maiores produtores.

Pela primeira vez, o Brasil superou a marca de 1 milhão de toneladas produzidas, atingindo 1.011.540 toneladas em 2025. O crescimento nacional foi de 4,41% em comparação a 2024. Nos últimos dez anos, a piscicultura brasileira acumulou expansão de 58,6%, consolidando-se como uma das atividades mais dinâmicas do agronegócio.

A tilápia segue como principal espécie cultivada e motor da atividade tanto no Paraná quanto no Brasil. O Estado lidera a produção nacional da espécie, com 273.100 toneladas. Na sequência aparecem São Paulo (88.500 t), Minas Gerais (73.500 t), Santa Catarina (52.700 t) e Mato Grosso do Sul (38.700 t). Em todo o país, foram produzidas 707.495 toneladas de tilápia, o maior volume da última década.

Entre os principais municípios produtores do Paraná estão Toledo, Palotina, Nova Aurora, São José dos Pinhais e Marechal Cândido Rondon. Já as maiores concentrações de tanques de cultivo estão em Itambaracá, Alvorada do Sul, Nova Prata do Iguaçu, Três Barras do Paraná e Boa Esperança do Iguaçu.

Segundo o Anuário, o Paraná tem atraído cada vez mais investimentos para o setor, especialmente com a crescente participação de grandes cooperativas, que ampliam a escala de produção. O sistema de integração tem se destacado como principal modelo de negócio, atraindo mais produtores do que o modelo independente, que tradicionalmente mantém vínculo com pequenos frigoríficos e vem reduzindo participação ao longo dos anos.

O relatório também destaca a importância de manter investimentos em inovação, certificação e abertura de novos mercados internacionais para garantir a continuidade do crescimento sustentável da atividade, realidade que impacta diretamente municípios produtores e regiões com potencial aquícola, como Santa Helena.

Liberdade FM com informações de Agência Estadual de Notícias (AEN) 

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