O Núcleo de Historiadores da ACULT, realizou neste domingo (01) o primeiro módulo da oficina que propõe analisar a fotografia como ferramenta de registro e preservação da memória do município. A atividade integra a programação especial “Rumo aos 60 anos de Santa Helena” e visa contribuir com a formação dos professores que compõem o Núcleo.
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Ministrada pelo professor Paulo Porto Borges, docente da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) e Coordenador dos Programas de Sustentabilidade Indígena da Itaipu Binacional, a oficina abordou temas como “Fotografia enquanto documento histórico”. Durante o encontro, os participantes refletiram sobre o uso da fotografia como fonte de pesquisa e registro de memória coletiva.
A proposta dialoga diretamente com o projeto “Santa Helena História Viva”, que utiliza o recurso fotográfico como fonte iconográfica para dialogar sobre a história de Santa Helena e registrar a memória de acontecimentos, cenários e personagens, evitando que a memória coletiva do município seja apagada com o tempo.
A historiadora Anadir Fochezatto, graduada e mestre pela Unioeste e atualmente doutoranda em História da Educação, também destaca a importância da valorização da memória local e da articulação de iniciativas que fortalecem o patrimônio histórico e cultural de Santa Helena.
A oficina é dividida em dois módulos. O segundo encontro está marcado para o dia 29 de março de 2026 e será voltado a exercícios práticos de fotografia, explorando técnicas e elementos da linguagem visual. A atividade busca envolver estudantes, professores, pesquisadores, fotógrafos amadores e interessados na história local, ampliando o olhar histórico sobre o município que se prepara para celebrar seis décadas de emancipação político-administrativa.
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