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Famílias indígenas que viviam em Santa Helena iniciam nova etapa em aldeia Avá-Guarani em Missal

Comunidade foi transferida de área próxima ao reservatório para território adquirido pela Itaipu Binacional

Famílias indígenas que viviam em Santa Helena iniciam nova etapa em aldeia Avá-Guarani em Missal
Willian Brisida/Itaipu Binacional
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Famílias indígenas que anteriormente viviam em uma área próxima ao reservatório em Santa Helena começaram uma nova etapa de organização comunitária após a transferência para um território adquirido pela Itaipu Binacional no município de Missal, no Oeste do Paraná.

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A nova aldeia, chamada Tekoha Ara Poty Mirim, está localizada em uma área de 206 hectares e atualmente abriga 36 famílias do povo Avá-Guarani. A mudança ocorreu no final de 2025, após as famílias deixarem uma área situada na faixa de proteção do reservatório em Santa Helena.

No novo território, as famílias passaram a ocupar moradias construídas pela Itaipu e agora participam de um processo de organização comunitária para ampliar a infraestrutura da aldeia. Entre as melhorias previstas estão a implantação de rede de água, energia elétrica e sistema de esgoto.

Para definir os próximos passos, representantes da Itaipu realizaram reuniões com a Prefeitura de Missal e visitas à comunidade e à Escola Municipal Epitácio Pessoa, localizada na Linha Jacutinga. A unidade escolar passou a receber crianças indígenas que agora estudam junto com alunos da comunidade local.

De acordo com representantes da Itaipu, a iniciativa integra um processo de reparação histórica às comunidades indígenas impactadas pela construção da usina hidrelétrica. O objetivo é garantir acesso à terra, moradia digna, alimentação adequada e fortalecimento cultural para as famílias.

A Prefeitura de Missal informou que os serviços de assistência social já foram colocados à disposição da comunidade indígena, reforçando a cooperação entre instituições para garantir melhores condições de vida às famílias.

Na área educacional, a convivência entre estudantes indígenas e não indígenas na escola rural tem sido apontada como uma oportunidade de integração cultural, fortalecendo o respeito às tradições e promovendo a troca de conhecimentos entre as diferentes comunidades da região. 

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FONTE/CRÉDITOS: Liberdade FM com informações de Fronteira Livre

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