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Economia

Preço médio da refeição fora de casa sobe quase 40% na Região Sul em 10 anos

De acordo com dados do IBGE, a série histórica do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apresenta um índice acumulado de 73,8%

Preço médio da refeição fora de casa sobe quase 40% na Região Sul em 10 anos
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Comer fora de casa ficou quase 50% mais caro na média nacional entre os anos de 2013 e 2022. Nos estados da região Sul, a variação ficou um pouco mais baixa, quase 40%. Os dados são de um levantamento da Ticket, marca de benefícios de refeição e alimentação da Edenred Brasil, com base nos indicadores da Pesquisa +Valor.

Enquanto em 2013 comer fora custava cerca de R$ 26,55, em média, nos estados do Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). Já em 2022, o valor saltou para R$ 36,97, uma alta de 39,2%, segundo o levantamento. Na média nacional, a variação foi de R$ 27,40 para R$ 40,64 no mesmo período.

Ainda que quase 40% mais alto, o avanço do preço médio das refeições registrado na pesquisa poderia estar pesando ainda mais para os trabalhadores, pois está abaixo das correções inflacionárias.

De acordo com dados do IBGE, a série histórica do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apresenta um índice acumulado de 73,8%. Se corrigido de acordo com a inflação, a refeição completa estaria custando em média R$ 46,15 no Sul.

“Isso mostra que os estabelecimentos têm se esforçado para não repassar o valor do aumento dos alimentos para o consumidor final, e o quanto se desdobraram além da diversificação e ampliação de seus canais de venda para atravessar esse cenário desafiador com os impactos da pandemia”, comenta Felipe Gomes, Diretor-Geral da Ticket.

Outras regiões

A menor variação no preço médio da refeição na última década ocorreu na Região Norte, com aumento de 18,6%, onde em 2013 o prato apresentava o valor médio de R$30,45 e, agora, está em R$ 36,14. Pela correção da inflação, o valor atualizado seria de R$ 52,92.

Já a Região Nordeste foi a que apresentou a maior variação nos últimos dez anos, elevando o custo da refeição completa de R$ 23,74 para R$ 40,28, um aumento de 69.6%. Se o cálculo fosse realizado de acordo com o IPCA, o preço estaria em R$ 41,26.

O Sudeste apresentou o segundo maior aumento, de 4,.4%, variando o preço de R$ 29,85 em 2013 para R$ 42,83 em 2022 (ou R$ 51,88, de acordo com a inflação).

Para economizar, brasileiro passa férias de julho em casa

Um levantamento da TIM feito junto a seus clientes de planos pré-pago na plataforma TIM Ads revela que apenas 19% viajariam durante as férias de julho. A crise econômica e a inflação em alta de quase 12% ao ano parecem ter afetado a programação das férias.

O próprio orçamento familiar separado para as férias não permitiria grandes planos. A pesquisa revelou que 24% dos clientes ouvidos gastariam menos de R$ 500, e 30%, um pouco mais, até R$ 2 mil. Apenas 19% planejaram gastos entre R$ 2 mil a R$ 5 mil. Tanto que só 11% viajariam pelo Brasil e 8% iriam para fora.

Para quem ficou em casa, o programa principal foi mesmo ficar em casa, para 18% dos 96,9 mil entrevistados, seguido por visitas a parentes e amigos (17%). Fechando as opções mais apontadas, aparecem idas a cinemas, bares e shows (11%) e passeios culturais e gastronômicos (8%).

FONTE/CRÉDITOS: Bem Paraná
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